Publicado por: diegosbb | Abril 4, 2008

O que há de errado com o mundo?

As pessoas vivem como se não tivessem mães. Eu acho que o mundo todo está viciado. Atraídos por coisas que só produzem traumas. No exterior tentamos parar o terrorismo.
Se você ama somente a tua própria etnia vai abrir espaço para a discriminação e discriminação só gera ódio, entendeu? E é exatamente assim que a raiva trabalha. Você precisa amar para controlá-la. Controla a tua mente e seja razoável. Deixa a tua alma livre para amar a todos

Pessoas matando, pessoas morrendo. Crianças magoadas. Você pode ouvi-las chorando. Amigo, você coloca em prática o que reza? Seria capaz de mudar a face? Pai, ajuda-nos, manda alguma orientação aí de cima, porque as pessoas ficam me perguntando:
Onde está o amor? Não é a mesma coisa… tudo mudou.
Os novos dias são estranhos. O mundo está insano? Se a paz e o amor são tão fortes, porque que o amor não se encaixa? Grandes nações mandando bombas, gases químicos enchendo os pulmões das pessoas. Enfim, o sofrimento avança; como a juventude que morre jovem, então pergunta a ti mesmo: o amor é forte realmente?
Então eu posso perguntar a mim mesmo: o que está errado com o mundo em que nós vivemos? As pessoas continuam a render-se, tomando decisões erradas, enxergando somente elas vivas e n respeitando um ao outro. Negando os seus irmãos, as guerras continuam, mas por razões desconhecidas. A verdade é mantida em segredo, varrida para debaixo do tapete. Por trás disso tudo deve existir um porquê. Matar ou morrer por dinheiro…Tá louco! Por que os governantes não mandam seus filhos para a batalha?
Vocês sabem onde está o amor? (Eu não sei)

Eu sinto o peso do mundo nos meus ombros, como se eu estivesse envelhecendo e as pessoas tornando-se frias. Muitos de nós apenas nos preocupamos em ganhar dinheiro. O egoísmo faz nos seguir pelo caminho errado. A mídia mostrando sempre as informações erradas ou coibindo as mais importantes. Imagens negativas são os critérios principais, pois violência só gera violência, meu caro. E também, o sensacionalismo por aqui merece um prêmio.
Isso td infecta as mentes dos jovens mais rápidos q bactérias. As crianças querem agir como o que elas vêem no cinema. O que aconteceu com os valores da humanidade? O que aconteceu com a justiça e a igualdade? Invés de espalharmos amor espalhamos indiferença.
A falta de compreensão está a levar-nos para longe da união. Esta é a razão para me sentir em baixo muitas vezes.Esta é a razão para me sentir mal muitas vezes.Não é de admirar q eu me sinta por vezes em baixo,mas eu preciso manter a minha fé viva, até o amor ser encontrado.

Publicado por: diegosbb | Fevereiro 20, 2008

Criar uma parede entre as mãos


Coloque uma palma da mão contra a outra, dedos contra dedos, na altura dos olhos. Afaste as palmas, mantendo em contato as extremidades de cada dedo. Aproxime e afaste as palmas, sem que elas se toquem. Pressione e resista com cada mão, apertando cada vez mais forte a ponta dos dedos, até o interior da última falange.
Cada uma de suas mãos deve se abrir e se fechar alternadamente, como se você tentasse empurrar uma parede, resistir à pressão de uma superfície plana e inerte. Mexa ao máximo suas articulações, sinta a tensão dos músculos das palmas, o esticamento dos ligamentos. Repita várias vezes a pressão e flexão, e você descobrirá a ambigüidade dessa situação.
Você é ao mesmo tempo aquele que pressiona e aquele que resiste. Com uma mão de cada lado, você sente uma dificuldade incomum em saber onde está. Você é o outro, o outro é você. Fica tudo mais estranho quando a experiência se prolonga porque você não sabe mais onde está, o que é vivo e o que é inerte. Para cada mão, a resistência aos seus movimentos constitui o exterior, e é percebida como uma parede. Você sente de cada lado o esforço vivo, não a superfície plana. Percebe a pele, a polpa – não a presença da parede. Você não consegue localizar essa suposta parede virtual e ainda assim palpável.
A situação se complica porque as duas mãos estão diante dos seus olhos: o que você vê coincide com o que você sente. Geralmente, a imagem é unificada: duas mãos simétricas. A sensação é de uma divisão anormal: cada mão é como a ausência de vida da outra.
Nesse corpo a corpo você mesmo, um mano a mano em circuito fechado, você faz a experiência de que “o eu é um outro”.

Publicado por: diegosbb | Fevereiro 20, 2008

Procurar um alimento azul

Visto de longe, nós o chamamos de planeta azul. É verdade que há, na Terra, uma quantidade absurda de azul. O céu, quando está sem nuvens durante o dia, e os oceanos. Estamos sempre imersos no azul, em sua contemplação, estamos sempre respirando azul. Mas é impossível comê-lo. O azul não é comestível. Ele não nos permite devorá-lo.
É um mistério muito simples e, entretanto muito profundo. Na prática existem alimentos de todas as cores. Praticamente todos podem estimular nosso apetite. Mas não comemos nada azul, e a presença de um alimento azul-claro, ou azul-vivo, ou um azul- profundo provavelmente será desagradável. A observação de um glacê azul pode causar a impressão de algo extremamente artificial e uma espécie de mal-estar indefinível.
Existem algumas raras exceções, mas não são convincentes. O azul de alguns queijos tende frequentemente para o verde ou preto. Você pode procurar que não vai encontrar nada azul que se possa comer, pelo menos nada que apeteça. O verde, o vermelho, o laranja, e mesmo preto e branco, são amplamente degustados. O que devemos concluir daí? Que não podemos comer o céu, o planeta, o próprio oceano? Ah! Enigmas, quantos enigmas…

Publicado por: diegosbb | Fevereiro 13, 2008

Meus 500 anos

Uma brasileira analfabeta tem, em média, cinco ou seis filhos. À medida que cresce a escolaridade da mãe, esse número vai diminuindo. Se a mulher tem nível secundário, a média desce para 2,5 filhos; com nível universitário, dois filhos. As razões são várias. Uma delas é óbvia: falta de conhecimentos elementares sobre como prevenir a gravidez.
A tragédia estatística prossegue depois do parto. Bebês de mães analfabetas correm várias vezes mais risco de morrer antes de completar doze meses. É uma inversão. Quem menos dispõe de condições para criar filhos produz a família mais numerosa.
Na virada do milênio, do século e dos 500 anos da descoberta do Brasil, nada me parece mais simbólico das conseqüências da ignorância do que a fertilidade cruel do analfabetismo. Somos, hoje, uma nação de analfabetos. Misturam-se aqueles que nem sequer sabem escrever o nome, os que lêem, mas não entendem, os que entendem mas não contextualizam e,enfim, os analfabetos digitais –as legiões incapazes de lidar com essa essencial escrita contemporânea.
A geração 500 testemunha como ainda está enraizada na nação a falta de um valor básico sobre a inclusão social. Com todos os notáveis avanços, as elites, no geral, ainda se comportam como os boçais colonizadores portugueses. Sentem-se numa terra a ser explorada rapidamente; olham os “índios” e imaginam-se superiores porque, afinal, andam vestidos de grife e dominam a navegação que os levam a mundos supostamente civilizados – hoje, Miami ou Nova York. Com todos os avanços, somos ainda uma nação boçal. Boçal porque o grande salto civilizatório que deveríamos dar ainda não foi dado: uma escola pública de qualidade, que equalize direitos e oportunidades.
Um número crescente de vozes se articula em torno desta obviedade política: a conquista da democracia é a conquista da escola pública. Mas esta ainda está longe de ser uma bandeira cristalina dos dirigentes sindicais, empresariais e, vamos reconhecer, dos meios de comunicação. Deveríamos lutar pelo fim da ignorância pública, assim como uma expressiva fatia da elite lutou, no século passado, pelo fim da escravidão. Há muita coisa sendo feita para aumentar a cidadania, porém ainda é muito pouco, considerando o tamanho do desafio. Somos uma nação sem líderes morais. Nem vou pedir muito: quantos milionários brasileiros fizeram alguma doação para a universidade pública que os ajudou a se tornarem milionários?
Daí que acabo este texto com um símbolo às avessas da fertilidade do analfabetismo, num reforço ao meu otimismo. Para comemorar os 500 anos da descoberta, foi lançado um pacto justamente na região em que os portugueses desembarcaram: Porto Seguro, Santa Cruz de Cabrália, Belmonte, Eunapólis e Prado. Com a ajuda de fundações empresariais (Odebrecht), organizações não-governamentais (Instituto Ayrton Senna), Ministério da Educação, empresários e voluntários, os prefeitos desses municípios baianos se comprometeram a colocar todas as crianças na escola. Não apenas colocá-las nas salas de aulas, mas também ajudá-las a ter uma educação de qualidade.
Produz-se no local da descoberta não um muro de lamentações do que foram os 500 anos, mas um farol do que poderemos ser se trocarmos a esterilidade da ignorância pela fertilidade do saber

Publicado por: diegosbb | Fevereiro 12, 2008

Todos contra a pesca com bomba

Espécies de peixes cada vez mais reduzidas, ecossistema comprometido, estoques de pescado que se recompõem com dificuldade, mutilação e até mesmo risco de morte para quem pratica. Mesmo com essas conseqüências, a pesca com bomba, considerada ilegal, ainda é uma realidade no litoral baiano. A prática predatória faz com que a Bahia mantenha a posição de exclusividade neste tipo de crime em todo país. O combate à pesca com explosivos, que há muito tempo se configura como uma missão rodeada de obstáculos, agora recebe um novo estímulo: um protocolo de intenções assinado entre o Ibama, a Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa-PM), o Exército (6ª Região Militar), o Centro de Recursos Ambientais (CRA), a Codeba e a Petrobras, pretendendo reforçar ações de fiscalização, troca de informações e repressão ao crime ambiental.
Os órgãos devem unir esforços no sentido de combater o crime através de ações educativas, como vídeos e peças teatrais em escolas, além de investigação e fiscalização da rotina de pescadores suspeitos e prisões. As autuações administrativas ficarão a cargo do Ibama e CRA, enquanto a Capitania dos Portos será chamada a colaborar com o suporte de embarcações.

Pescar tem sido uma maneira para sobreviver, e é muito frequente encontrar pescadores pelos mares de Salvador “sobrevivo do meu trabalho, pesco para alimentar minha família”, fala o pescador João de Almeida Santos, 35, que pesca desde os 14 anos.

Vem aumentando o fluxo de pescadores na Bahia, o que preocupa a segurança ambiental é a forma de como a pesca é feita, pois ultimamente tem apreendido bombas caseiras feitas pelos pescadores.
No dia 19 de janeiro de 2008, foi feita uma denúncia anônima para a Secretaria de Segurança Ambiental, informando que na praia do Canta Galo, bairro de Roma, estavam dois pescadores jogando bomba no mar, o que fizeram perceber foi simplesmente as zoadas. “Além de incomodar os moradores, é prejudicial ao meio ambiente, e isso me preocupa muito”, comenta a senhora Domingas dos Santos Cunha, 52, moradora no bairro desde os 20 anos de idade.
A polícia conseguiu pegar os dois pescadores, um deles Bruno Sinval Luiz Bandeira, 19, residente da Rua Henrique Dias, 65, em Roma e José Roberto da Silva, 24, residente da Rua Belonita, 515, Uruguai. Eles já têm passagem pela polícia, um por roubo e o outro por porte ilegal de arma.

Aqui em Salvador, os responsáveis pela fiscalização é o Centro de Recursos Ambientais (CRA) e da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa). A equipe do CRA/Coppa formada pelos sargentos Mendonça Fonseca, Francisco Cardoso e o soldado Humberto Silva e pelos técnicos do CRA Suami e Salomão, foram avisados sobre a presença dos criminosos através do Disque Denúncia do Meio Ambiente 0800-71-1400, quando se encontravam em patrulhamento na área do canal da Ribeira e Alagados, fazendo vistorias nos barcos. De acordo com o sargento Mendonça, da Coppa, “a investigação é o processo mais difícil da operação. Nas últimas prisões, foram necessários oito dias de filmagem e acompanhamento da rotina dos pescadores, além do mais, para se prender em flagrante é preciso ter alguns elementos, como a bomba e a prova de que o peixe pescado contém resquícios de explosivo, se o flagrante não atende a todos os requisitos, torna-se ilegal”, explica.

A pesca com bombas é uma das principais ameaças ao ecossistema da Baía de Todos os Santos, a maior do Brasil, com cerca de 800 quilômetros quadrados e 45 ilhas. A utilização de explosivos mata os alevinos (filhotes de peixes) e danifica a flora e a fauna marinha, assim como os corais e locas submarinas, habitat de outros espécimes de peixes e crustáceos. Em conseqüência dessa atividade, a produção de peixes e outros derivados marinhos na Baía de Todos os Santos começa a reduzir, uma vez que, além de fazer mal aos animais, as bombas também causam danos as estruturas dos monumentos que contém história para todo o mundo, como as igrejas e fortes, na Cidade Baixa, o Abrigo Dom Pedro II e o Solar do Unhão, na Avenida Contorno, são dois bens tombados que sofrem com os estragos causados pela pesca com bombas.


Informações colhidas no Transparência Bahia atestam que o governo do Estado, através da Sudesb, repassou R$ 1.741.128,28 em acordo para prefeituras da base aliada em 2007.
Enquanto isso a empresa Tecnocret Engenharia Ltda, contratada por dispensa de licitação para serviço de manutenção da estrutura do Estádio Otávio Mangabeira-Fonte Nova, sob empenhos 406 e 407, recebeu apenas R$49.725,06. Além dos convênios com prefeituras, outros repasses financeiros expressivos foram realizados em valores altíssimos com empresas, sociedades e associações no mínimo estranhas, como:
1 – A Federação Baiana de Desportos de Participação recebeu R$ 513.277,67. Este foi o primeiro convênio feito pela Subesb esse ano e não tem objeto definido.
2 – Associação Educacional Social Ágape embolsou R$ 226.456,76 num convênio sem objeto definido.
3 – Fapex recebeu R$ 109.682,11 por dispensa de licitação, sem objeto claro. Ou seja, para deixar a Fonte Nova no seu devido padrão de segurança para os torcedores e
e colocá-la com sua capacidade máxima de 60 mil pessoas, o governo do Estado através da Sudesb, investiu menos de R$ 50 mil. Completamente inadmissível isso. Mas para duas associações absolutamente desconhecidas e para a Fapex, que nada tem a ver com esporte, a Sudesb repassou cerca de R$850 mil nesse ano.
E para municípios da base aliada, os repasses foram de quase R$ 1,8 milhão.
A dúvida principal é a seguinte: Será que realmente esse montante foi repassado? Só agora depois da tragédia que as autoridades se pronunciaram. Imediatamente, depois que houve o acidente, o governador decretou a implosão de um dos patrimônios históricos da Bahia. Se fosse reformada antes, com esse dinheiro de R$ 300 milhões de reais, que será investido no novo estádio, a Fonte Nova voltaria a sediar grandes espetáculos. Restará agora as lembranças de bons tempos de ba x vi, onde a torcida fazia um show majestoso nas arquibancada, com paz e alegria que só o baiano sabe transmitir.

A obra o “Manual de Laboratório de Jornalismo na Internet”, de autoria dos professores Marcos Palácios e Beatriz Ribas, foi lançado no último sábado (10/11), como o primeiro gênero no Brasil, pela editora EDUFBA, reunindo exercícios e estudos produzidos e dirigidos por eles nesta área.

As pesquisas foram realizadas entre 2005 e 2007, na Oficina de Jornalismo Digital da Faculdade de Comunicação (FACOM) da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Os exercícios são divididos em três partes: a primeira aborda os utilitários e ferramentas on-line, a segunda as características básicas do Jornalismo na Internet e a terceira as práticas e os recursos na web.

O lançamento acontece no Instituto Goethe, ICBA. Em breve, o manual estará disponível nos catálogos das principais livrarias online.

Publicado por: diegosbb | Outubro 30, 2007

Água: A guerra do futuro



 A 3ª Conferência Jaime Wright de Promotores da Paz e dos Direitos Humanos, discutiu assuntos relacionados ao meio ambiente, tais como: A Água, Aquecimento Global e Desenvolvimento Sustentável.
 O encontro reuniu professores, estudantes, além de renomados especialistas, como o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Carlos Vainer, que palestrou sobre a importância da água para a humanidade, alertando ainda em porcentagem a quantidade de água doce que ainda resta e os cuidados que as pessoas deve ter para preservá-la.
 Século XXI, a água doce no planeta está sendo poluída, desviada, exaurida. Milhares de crianças morrem a cada ano na América Latina e na África por consumo de água contaminada. Epidemia de cólera em alguns países como Peru e em Madlebe, na África, por falta de acesso a água potável. Pessoas no mundo vivendo sem saneamento básico. Desertificação de rios. Esgotamento e poluição de mananciais pela utilização predatória de multinacionais. Estes são alguns dos dados alarmantes que devemos compartilhar e buscar soluções que garantam o acesso à água, como um direito de todos. Porém, o que nota-se a cada dia, é que esse direito vem sendo posto de lado.
 Segundo os dados mostrado pelo palestrante, o BIRD- Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento- entende que o acesso a água é de necessidade humana e não como direito humano, e defende ainda que ela deve ser tratada como uma mercadoria, determinado pelo princípio do lucro, pois futuramente se a água não for racionada pode acontecer uma 3ª guerra mundial.
Portanto, como diz Mark Twain “Whisky é para beber e água é para travar batalhas”.

Publicado por: diegosbb | Outubro 15, 2007

Reféns da violência

                       Quanto sangue jorrado pelo chão. Quantos corpos de irmãos estendidos, numa selva de ninguém. Não existe consciência, e que morram os inoscentes. Nesta terra, aos poucos mata-se a liberdade, com a imensa desigualdade, fruto da omissão do Estado e do cidadão. Preferem lavar as mãos, mas esquecem que a violência não é mais que a conseqüência desta omissão.
Assim, todos são punidos, seja pobre ou seja rico.

Publicado por: diegosbb | Outubro 15, 2007

Aquecimento Global

                                                                   

Os telejornais anunciam com alarde o holocausto que virá nas próximas décadas. A “vingança da natureza” devido à “nossa culpa” pelo aquecimento global, causa um drama que já foi digno de roteiro de cinema: cidades serão inundadas, ilhas do pacífico desaparecerão, as geleiras do ártico vão derreter, as patologias respiratórias vão dizimar populações, etc.
 Acontece que, desde 1998, falava-se num tal de Protocolo de Kyoto, e que o governo americano, na época presidido por Bill Clinton, era o país que se recusava a assinar o tratado, embargando-o. Tal Protocolo estabelecia metas aos países industrializados para redução de gases poluentes num determinado prazo. Agora o que questiono, por quais razões levaram o ser humano a emporcalhar tanto nosso querido ar atmosférico. Por quê tanta fumaça? Seria devido às políticas energéticas de queima de combustíveis fósseis empregadas nos países industrializados? Combustíveis fósseis é igual: a petróleo, carvão mineral. Será que só hoje se fala em energia alternativa? Será que só hoje caíram as fichas dos dirigentes do planeta Terra, de que a coisa está ficando feia e irreversível? Cuidemos do nosso planeta azul, se queremos prosseguir numa vida saudável. Viva a natureza!

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